💧 Água, um bem cada vez mais escasso: moradores de Achada Grande Frente denunciam crise no abastecimento
A crise no fornecimento de água potável continua a afetar centenas de famílias na comunidade de Achada Grande Frente. Desde o início de 2024, o acesso regular à água tem-se tornado um desafio diário, obrigando muitos moradores a recorrer a camiões cisterna, com custos elevados para as famílias.
“Há semanas que não temos água nas torneiras. Somos obrigados a comprar água de camiões, que cobram preços altos. Não podemos viver assim”, desabafa Hermínia Lopes, moradora há mais de 15 anos na zona.
O cenário é semelhante em várias partes da comunidade, onde baldes, bidões e recipientes improvisados se acumulam em filas à espera de abastecimento.
Fábio Monteiro, outro residente, partilha a sua indignação:
“Esta situação não é de hoje, só piora. Há crianças, idosos e doentes que precisam de água todos os dias. Já reclamámos várias vezes, mas ninguém resolve nada.”
Os moradores apelam às autoridades competentes — nomeadamente à Câmara Municipal da Praia, à ANAS e ao Governo Central — para que priorizem intervenções estruturais urgentes.
Enquanto soluções não chegam, permanece a pergunta: por quanto tempo mais uma comunidade inteira será forçada a viver com baldes, filas e incertezas no lugar da torneira aberta?
“Há semanas que não temos água nas torneiras. Somos obrigados a comprar água de camiões, que cobram preços altos. Não podemos viver assim”, desabafa Hermínia Lopes, moradora há mais de 15 anos na zona.
O cenário é semelhante em várias partes da comunidade, onde baldes, bidões e recipientes improvisados se acumulam em filas à espera de abastecimento.
Fábio Monteiro, outro residente, partilha a sua indignação:
“Esta situação não é de hoje, só piora. Há crianças, idosos e doentes que precisam de água todos os dias. Já reclamámos várias vezes, mas ninguém resolve nada.”
Os moradores apelam às autoridades competentes — nomeadamente à Câmara Municipal da Praia, à ANAS e ao Governo Central — para que priorizem intervenções estruturais urgentes.
Enquanto soluções não chegam, permanece a pergunta: por quanto tempo mais uma comunidade inteira será forçada a viver com baldes, filas e incertezas no lugar da torneira aberta?

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